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Ano 3 - Informativo 21 - Porto Alegre, 07 de dezembro de 2007 - RS
CONTATO
Costurar a própria vida: moda e dignidade
na Vila Cruzeiro do Sul
Reitor Flávio D’Almeida Reis e Vilma Silva da Silva, de MARIA MULHER
MARIA MULHER e o Centro Universitário Ritter dos Reis firmaram convênio para o desenvolvimento do projeto Costurar a própria vida: moda e dignidade na Grande Cruzeiro. De acordo com a professora e coordenadora do projeto Liria Romero Dutra esta é uma ação que vai permitir que mulheres em situação de vulnerabilidade social e violência doméstica desenvolvam suas potencialidades e habilidades na costura.

Através do trabalho colaborativo entre as mulheres, pequenas peças de costura, feitas à mão, que serão transformadas em moda em costura, com a assessoria de alunos do Curso de Design, habilitação em Moda; Direito, Administração e Sistemas de Informação. A expectativa da professora Líria é de que “ao final, as mulheres convertam as peças produzidas em renda para si próprias e para a continuação do custeio de uma cooperativa de trabalho“.

Além de MARIA MULHER, cujo espaço das oficinas de costura, está disponibilizado, participam do projeto Movimento de União, Solidariedade, Paz e Justiça Social e o Centro Comunitário OrfanatrófioI. Em sua manifestação, o reitor Flávio D’Almeida Reis afirmou que este projeto tem um significado muito grande para a universidade que deste modo se integra ao esforço coletivo das comunidades vizinhas.

Jantar-baile dos 135 anos da Floresta Aurora
Floresta Aurora está convidando para o grande jantar-baile comemorativo aos 135 anos de fundação. A festa será no próximo sábado, 8/12, no Clube Farrapos, com início previsto para as 20h30min com o jantar sendo servido até às 22h30min. A animação fica por conta de Norberto Baldauf e Bossa Samba Show. Convite: R$ 50,00. Mais informações pelos fones: 3231.1811; 3386.4656, 3249.9190 ou 9183.7612.
Ainda dentro das comemorações do aniversário foi realizada, no dia 28/11, a missa afro celebrada pelo Bispo Dom Gilio Felício no Santuário Nossa Senhora do Rosário, com a presença de aproximadamente 300 pessoas.
CINEMA MEIO REAL
Os filmes Central do Brasil (foto ao lado),O Sexto Sentido e Tina - A verdadeira história são os destaques no mês de Natal na Sala Sayonara da Luz Santos, do Cinema Meio Real/ Ponto de Cultura MARIA MULHER.
Consulte a programação de dezembro.
Noho ganha troféu Carlos Santos
Em sessão solene, em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra e de Ação Anti-Racismo, a bibliotecária Maria Noelci “Noho” Teixeira Homero, coordenadora técnica de MM, recebeu da Mesa Diretora da Câmara Municipal o Troféu Deputado Carlos Santos.
Paulo Jorge recebe o prêmio
Líderes Vencedores

Paulo Jorge Amaral Cardoso, 57 anos, funcionário público estadual, presidente da Associação dos Moradores e Amigos da Vila Tronco Neves – Amavitron, da Cruzeiro do Sul, foi agraciado com o Prêmio Líderes Vencedores oferecido pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. A Associação é vizinha de bairro de MARIA MULHER.
Morando há 54 anos na Cruzeiro do Sul, ele conhece como ninguém a história desta Vila “que antes era um grande campo, que com a passagem do tempo foi agregando moradores oriundos de outros lugares da cidade”.
O líder comunitário, hoje com grande atuação na Região, segundo ele, vai nascer em 1985 forçado pela mobilização popular em defesa da terra e da moradia.

Para Paulo Jorge, o trabalho de um líder exige dedicação, firmeza e solidariedade. “Mas isto, afirma, não acontece de forma solitária, sempre é resultado de ações de todo um grupo de pessoas que trabalha e luta por um ideal comunitário”. A Amavritron desenvolve diferentes trabalhos voltados para a promoção social de homens, mulheres, crianças e adolescentes.
A aplicabilidade da Lei nº 10.639/03
Ação Griô foi tema da palestra de Maria Cristina Ferreira dos Santos no Seminário Aplicabilidade da Lei nº. 10.639/03 Construindo uma Educação Despida de Preconceitos Étnicos. O evento foi realizado no auditório Paulo Freire, do Centro Administrativo do Estado. Presenças de professores da rede municipal e do estadual que se encantaram com o relato da coordenadora adjunta de MM. A Ação Griô é um projeto que visa valorizar o saber popular e respeitar a cultura tradicional e oral da comunidade da Vila Cruzeiro do Sul, através dos mestres e agentes de cultura popular.
Rede de apoio para cotistas da UFRGS
Um “pool” de organizações e entidades do movimento social negro, entre elas, MM, organizou e participou da Semana da Consciência Negra - Ações Afirmativas na Ufrgs realizada de 27 a 29 de novembro. O evento buscou construir uma agenda de ações para recepcionar os cotistas do vestibular 2008. Além disso, os organizadores defenderam que irão estabelecer uma série de estratégias para fortalecer o vínculo dos diversos grupos que trabalham para que a política de cotas alcance o resultado esperado na universidade. “Queremos formar uma grande rede de apoio aos estudantes cotistas da Ufrgs”, enfatizou Noho Homero, coordenadora técnica de MARIA MULHER que participou da mesa de abertura da Semana.
O Brasil dos idosos
A Agência de Notícias dos Direitos da Pessoa Idosa - Andipi foi criada a partir da percepção da necessidade de sensibilizar todas as esferas da sociedade quanto aos desafios relacionados ao envelhecimento e à garantia de direitos deste grupo populacional. O Brasil é atualmente o sexto país do mundo em quantidade (números absolutos) de idosos: cerca de 18 milhões (9% da população). As projeções da Organização Mundial de Saúde indicam que em 2019 o país terá 14% de idosos (cerca de 32 milhões acima de 60 anos) o dobro dos
7% de 2000, o que provocará mudanças em todos os segmentos sociais.
Fonte:
www.andipi.com.br

DIÁLOGOS SOBRE A VIOLÊNCIA

MARIA MULHER está integrada à 17ª edição da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. Neste ano, o slogan da campanha é “Exija seus direitos! Está na Lei, Lei Maria da Penha”. Com a realização do II Diálogos sobre a Violência, a Organização quer chamar atenção da comunidade da Vila Cruzeiro do Sul para os 16 dias de Ativismo. Palestras sobre este assunto com ênfase na violência escolar e da escola e o que o DECA pode fazer para combater à violência foram proferidas por Ariane Meirelles, professora, e Suzana Braun. Para o mês de dezembro, 5, estão programadas as mesas de diálogos com as seguinte abordagens “O judiciário e a violência” e “Pessoas com deficiência e a violência”, com a advogada Letícia Lemos da Silva e a psicopedagoga Eva Rodrigues.

PALAVRA DE MULHER
Abrindo espaços com nossos talentos*


A preparação do texto para o seminário comemorativo aos 20 anos de MARIA MULHER, inicio de novembro, fez-me pensar na minha trajetória na luta anti-racismo e participação na entidade. Divido a caminhada no movimento social negro em dois momentos. O primeiro foi descobrir a vocação para a luta anti-racismo. Conheci o Grupo Palmares em 1973, através de uma reportagem jornalística sobre Zumbi de Palmares, feita com a participação do professor e poeta Oliveira Silveira. Foi no Grupo Palmares com Oliveira, Helena Machado, Anita Abad, as irmãs Carolino, entre outras pessoas, que floresceu a minha vocação para a luta contra o preconceito, a discriminação racial e o racismo, mesmo que minha atuação naquele período fosse mais de co-adjuvante do que de protagonista. Estive no Grupo Palmares até o final da década de 70.
O segundo momento foi participar de Maria Mulher Grupo de Mulheres Negras (denominação primeira quando de sua criação). No início, eu era mais ouvidos do que voz, pois estivera afastada da luta anti-racismo por meia década e buscava me inserir naquele novo contexto. Éramos mulheres negras e falávamos de temas de interesse das mulheres negras. Ingressei no grupo creio que a partir da terceira reunião sistemática. Os encontros de discussão de idéias e de fortalecimento pessoal daquela trezena de mulheres negras eram realizados aos domingos. Inicialmente as reuniões tinham um caráter itinerante, cada semana o encontro se dava em lugar diferente, até que “instalamos” nossa primeira sede na garagem do apartamento da Claudia e do Marcelo na Rua Mucio Teixeira, no bairro Menino Deus. Malizi, com cinco anos, me acompanhava nas reuniões.
Lembro que passei a fazer parte efetivamente MARIA MULHER, quando dei a idéia do texto que fez parte da coluna intitulada Cabeça de Mulher em nosso primeiro Boletim. Foi a habilidade de redigir que me ajudou a ocupar um espaço na Organização. O talento para a escrita foi definidor para a minha inclusão no Grupo. É por esta razão que defendo sempre e cada vez mais o empoderamento das mulheres negras, através do incentivo ao desenvolvimento dos diferentes talentos, tendo em vista o enfrentamento ao racismo, ao sexismo, à exploração de classe e a todo tipo de intolerância existente, bem como sirva a nossa atuação para construir um mundo novo, no qual as diferenças sejam respeitadas e valorizadas.
*Maria Conceição Lopes Fontoura

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estreei no teatro!

A Cia dos Comuns, dirigida pelo dileto amigo Cobrinha, é o palco da minha estréia dramatúrgica. Modesta, constituída por fragmentos de um dos três textos enviados por mim para o novo espetáculo da trupe - "Silêncio" - sobre os efeitos do racismo no corpo e na alma das pessoas discriminadas.

Cobrinha me pediu algo que soltasse pus. Para conhecer o processo de construção das "experiências" (nesse espetáculo não há personagens) fui a um ensaio, vi seis horas de trabalho contínuo, transcorridas como fossem duas. Fiquei estupefata com a performance corporal, com as coreografias, com a densidade dramática de atrizes e atores tão jovens. Conversei com o grupo, ouvi suas histórias, contei as minhas. Agora estou louca pra ver o espetáculo. Enquanto isso, registro aqui o texto do qual sairam trechos integrados à construção coletiva de "Silêncio".

TEXTO 1: Ele vem à noite e não me traz flores. Entra pelo telhado, se joga em minha cama, abre minhas pernas, rouba meus sonhos e eu me despetalo. Mal-me-quer, bem-me-quer, mal-me-quer. A gata grita no telhado de onde ele veio. Dizem que pinto de gato tem espinhos. Machuca. Eu também grito no bumbo do meu peito: DE-SEN-GA-NO, DE-SA-LEN-TO, DE-SA-TEN-TO, DE-SEN-RE-DO, DE-SI-LU-SÃO. Ele me come e eu olho o teto. Vejo os meninos correndo, os filhos que ele não quer ter comigo. Os dele balançam os cabelos ao vento. Saíram à mãe, me diz orgulhoso. Eu dou a ele me olhar de mar... de água de choro, doída por saber que ele não quer ter filhos parecidos comigo, nem parecidos com ele.

Se reclamo do sexo de gato, dos encontros furtivos, ele me diz que sou a mulher da vida dele, igual a ele, de pele e alma. Só na minha cama ele dorme tranqüilo por algumas horas durante a semana. Na cama de todo dia não consegue dormir, fica em vigília, um olho aberto, o outro fechado. Diz que o inimigo dorme ao lado. Por isso ele está sempre em riste e mete por cima para ela saber quem manda. E dá uns tabefes nela para lembrar que é o senhor da força.

De uns tempos para cá parou de bater, só ameaça para manter a pose, depois de levar uns tabefes na delegacia.

Na guerra é assim, minha filha, o vencedor come a mulher do inimigo. Você não entende? Eu mato um leão por dia. À noite preciso de uma presa mais fácil para abater. Não quero um espelho para ver meu rosto cansado, quero a mulher do inimigo, para me sentir vitorioso e para fazer filhos que não se pareçam comigo, que sofram menos do que eu.

Se você quer compreender minha arte, é bom saber o que retrato em meus quadros. A deformação das mulheres é a busca da beleza, da alegria, do amor amado e respostado. É a busca da mulher que tenha forças para animar um projeto de construção de si mesma, que gere flores e poesia, a partir das cinzas e dos escombros.

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Racismo penaliza as crianças negras
Na sede de MM da Vila Cruzeiro do Sul foi realizada, no dia 27/11, mais uma reunião da Rede de Proteção as Crianças e Adolescentes com a coordenação da psicóloga Eliana Xavier (foto ao lado ).
Na ocasião, foram apresentados os projetos desenvolvidos pela Organização e realizada uma oficina sobre as relações preconceituosas dentro da família, discussão sobre a auto-estima da criança negra, educação de negras e negros e a Lei 10.639/03.
De acordo com a psicóloga de MM, o encontro mexeu com os participantes “porque a discriminação que envolve meninas e meninos negros é intensa”.
Os relatos dos familiares, segundo Eliana Xavier, vão desde a violência verbal de pessoas que atuam nos setores públicos “quando chamam as crianças negras soropositivas de negro aidético... aos professores que não querem entrar na sala de aula porque as crianças fedem”.

Marcha Zumbi dos Palmares em Porto Alegre
Fotos de Irene Santos
Porto Alegre foi palco da Marcha Estadual Zumbi dos Palmares Contra o Racismo: Reparações Já ! Após a marcha foi realizado um ato ato público e cultural para marcar o combate a discriminação, preconceito, racismo, homofobia, machismo e intolerância religiosa
PARTICIPAÇÕES
No mês da consciência nacional negra, integrantes de MM - Letícia Lemos da Silva e Maria Conceição Lopes Fontoura- foram palestrantes no Conselho Regional de Serviço Social – CRESS; nas escolas Heitor Villa Lobos, Rio Branco e na Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre.

Já a psicóloga Gláucia Fontoura participou, nos dias 23 e 24/11, do encontro/Integração dos projetos de Geração de Trabalho e Renda apoiados pela AVESOL, na Casa da Juventude Marista. Ela, também, assinou presença na Mesa Redonda Comunidades e UniRitter: - Um esforço pelo trabalho conjunto, realizada durante o II Salão de Extensão no dia 9 de novembro no Campus de Porto Alegre. O evento integrou a III SEPesq - Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação do Centro Universitário Ritter dos Reis.

Almirante Negro como herói da pátria A deputada Maria do Rosário (PT/RS) protocolou na Câmara projeto de lei que inscreve o nome do marinheiro João Cândido, o Almirante Negro, no Livro dos Heróis da Pátria. João Cândido liderou a Revolta da Chibata, movimento contra o preconceito e os castigos físicos na Marinha.(texto extraído do site Memória Lelia Gonzalez)
Violência & Mulheres O Centro Universitário Unieuro, de Brasília/DF, promoveu de 19 a 22 de novembro, o seminário “Combate a Violência contra a Mulher: o Unieuro levanta esta bandeira”. A participação gaúcha foi de Maria Cristina Ferreira dos Santos, Coordenadora Adjunta de MM.
Termo de ajustamento de conduta
A advogada Letícia Lemos Silva e a psicóloga Maria Luísa Pereira de Oliveira, ambas do Programa de Promoção da Igualdade - SOS Racismo - atendimento jurídico e psicossocial, de MARIA MULHER realizaram em Caxias do Sul um curso de Formação em Relações Raciais para chefias e empregados de uma empresa de borrachas. Este curso decorre do termo de ajustamento de conduta entre o Ministério Público do Trabalho da 4 ª Região e a referida empresa.
Uma outra atividade do Programa foi a oficina/debate de Desconstrução do Racismo oferecida para o grupo de técnicas, estagiárias e convidadas da Organização. Ao visitar a sede central da Organização, a professora e especialista em violência doméstica, Leonor Cantera Espinosa, da Universitat Autònoma de Barcelona – Departamento de Psicologia Social acompanhou o encontro/oficina. Ela passou por Porto Alegre dando prosseguimento à pesquisa que está realizando no Brasil e países da América Latina sobre o tema.
Professora Leonor, de Barcelona, é recebida por Noho Homero

MARIA MULHER é homenageada em Bagé
Destaque das comemorações da Semana da Consciência Negra de Bagé, o II Ojuobá aconteceu na Câmara Municipal. Para palestrar foram convidadas a acadêmica de Enfermagem, Lisiane Vieira que falou sobre a saúde de mulher negra e Letícia Lemos da Silva que abordou a legislação anti-racismo. Ambas representaram MM que foi homenageada pelo movimento negro da cidade devido aos seus 20 anos de fundação.
TEIA exibe documentário sobre a Vila Cruzeiro do Sul
O vídeo produzido pelas adolescentes de MM Com outros olhos, com direção da produtora e cineasta Mirela Kruel foi selecionado pela TEIA 2007 teve apresentação no espaço de cinema e vídeo do encontro nacional em Belo Horizonte, MG. A exibição e o debate ocorreram no dia 10 de novembro na sala Humberto Mauro - Palácio das Artes. A TEIA 2007 é o maior encontro da diversidade cultural no Brasil e reuniu na capital mineira os representantes dos de Pontos de Cultura do Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania - Cultura Viva, do MinC.Na oportunidade também aconteceu o Fórum Nacional dos Pontos de Cultura (FNPC). O PdC de MM teve como representantes Diane de Jesus Barros e Maria Cristina Ferreira dos Santos. Na Ação Griô, a representação foi de Tia Laura, figura expressiva na comunidade da Vila Cruzeiro. Durante o TEIA/2007 foram construídos propostas e documentos para fortalecer as ações dos pontos de cultura em todo o país.
Meninas e adolescentes editam uma fotonovela A professora Ariane Meireles, coordenadora do No Foco da Vida: um olhar para a cidadania de meninas e adolescentes negras..., já divulgado neste boletim on line, informa que o projeto está chegando à fase final. As meninas estão na trabalhando na formatação de uma revista (fotonovela) que retrata a vida de cada uma na Vila Cruzeiro do Sul. Este trabalho tem o acompanhamento voluntário da estudante de Design da UniRitter, Raquel Sordi. A coordenadora salienta que um dos aspectos positivos desta intervenção junto às meninas, “foi o fato delas perceberem que há alternativas para a mudança da realidade, pautadas principalmente no fortalecimento da auto-estima”.

Boletim NOTICIAS MARIA MULHER
Jornalista Responsável:Vera Daisy Barcellos - Reg.Prof.3.804
veradaisy@mariamulher.org.br
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